Por quê contar outras histórias?

Em dezembro do ano passado, a Netflix apresentou o trailer da série dos Cavaleiros do Zodíaco que vai ser exibida nesse ano. A personagem Shun de Andrômeda agora vai ser representada por uma mulher, se tornando Shaun de Andrômeda. Muitos se sentiram atacados por essa mudança e despejaram seus comentários no Twitter. O roteirista se pronunciou dizendo que é uma questão de representatividade e que 30 anos atrás, quando o anime foi lançado pela primeira vez, era aceitável ver um grupo só de homens juntos para salvar o mundo, só que hoje não é mais assim. Quem sempre foi representado nas histórias vai dizer que é exagero. “Estão forçando a barra”. “Apelaram!”. Mas não, definitivamente não. Temos muito mais do que só uma história para contar.

A forma de como uma história é contada traz o poder de transformar como eu me vejo e como vejo o mundo a minha volta. Através de uma história eu posso me sentir representado ou sentir empatia por outra pessoa.

Eu cresci assistindo filmes que tinham neve no inverno. Não tem nenhum problema fazerem filmes cheios de neve no inverno. O problema é quando tudo que chega pra mim são filmes que só mostram esse tipo de inverno. Por quê? Eu passo a questionar por que não neva onde eu moro. Passo a ficar chateado com esse fato e querer aquilo que eu vejo no filme. E a minha história, ou a minha cultura? Elas não existem por que não são contadas.

Quando eu vejo uma história que me representa, sinto que não estou sozinho, sinto que existo e que existe vida além daquilo que vejo todo dia. Precisamos nos ver nas histórias superando desafios, realizando feitos incríveis, com poderes incríveis, viajando, vivendo e descobrindo, ou então, sendo apenas humanos, tendo nossas realidades apresentadas, com aquilo que é trivial, rotineiro, feliz ou doloroso.

Quando o outro vê uma história que me representa, ele vê que existem outras histórias. Ele pode se colocar naquele lugar e ter uma breve noção de como eu me sinto, de como eu sou, ou como eu realmente vivo. Isso é empatia.

Jesus, Viva (2015)

Em Viva (2015), vejo na protagonista todas as dificuldades que ela também enfrenta para se entender, se aceitar, se posicionar no mundo a sua volta, e além de tudo comunicar isso para as pessoas. Quando o outro vê esse mesmo filme, ele tem a oportunidade de ver pelos olhares de Jesus, a protagonista, como é difícil passar por aquilo tudo e que ela não é pior por ser assim, é apenas outro ser-humano aprendendo a se conhecer e lidar com sua vida. Eu vejo que no fim do filme o relacionamento da protagonista e de seu pai deu certo, isso me conforta. O outro pode ver que é possível conviver e continuar amando seu filho que não é como os outros.

As histórias capturam a essência das interações sociais, a estrutura da ação humana, e por isso podem nos ensinar sobre a nossa cultura e a de outras pessoas. Elas permitem simular o mundo a nossa volta, nos ajudar a lidar com o presente, imaginar o passado e o futuro. Ativam partes do nosso cérebro envolvidas em processamento social e emocional, facilitando nosso sentimento de empatia por outros.

Viva (2015) https://www.imdb.com/title/tt4334482/

Referências

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Com vocês, Quarta Feira

Existe uma boa razão pela qual eu não postei nada desde sexta cuja qual eu não vou falar, por que eu sou egoísta e ridículo.

Mas o que eu vou falar é que eu finalmente vi A Bruxa de Blair, e eu quero falar desse filme, então eu fiz uma seleçãozinha bem tosca de coisas relacionadas a horror/bruxas. Como eu não tenho muita coisa aproveitei pra falar de um outro filme que eu assisti, Berberian Sound Studio. Fica a dica pra quem tiver qualquer coisa medonha ou assustadora: me mande pois eu quero usar.

Clipe – Royksopp – What Else is There?

Eis aqui um clipe bem antigo, que é relacionado ao tema porém não ao gênero, mas eu quis colocar mesmo assim por que tem algo na bruxa do vídeo que me inspira demais, sei lá. A música é do Royksopp (que já deu as caras por aqui) com vocais da Karin Dreijer, vocalista do The Knife (que também já deram as caras por aqui).

Trailer – V/H/S

Agora esse.. O filme independente V/H/S é do mesmo séquito found-footage de A Bruxa de Blair, esses filmes gravados em primeira pessoa com a proposta de serem feitos a partir de gravações “reais” (só que é tudo de mentirinha).  Na história alguns jovens são pagos pra roubar uma fita de uma casa, e acabam encontrando vários VHSs, que por sua vez contém as seis histórias que compõe o filme, cada uma dirigida por um diretor. Aparentemente o filme é bem fiel à proposta (exceto pelo que parece ser uma conversa de skype gravada em vhs),  tanto que ele só existe em qualidade baixa. O filme já estreou, foi relativamente bem recebido, e já tem uma sequência confirmada, que aparentemente se chamará S-VHS.

Trailer – The Conjuring

Olha, eu sei que eu sou cagão e tenho medo de tudo, mas esse trailer me matou e e eu estou morto e enterradíssimo blogando do céu está muito legal dercizona mandou 1beijo. Assista, apenas, e depois venha aqui segurar minha mão pra eu poder dormir.

Filme – Berberian Sound Studio


(IMDb / Trailer)

O terror por trás dos filmes de terror. Essa foi a proposta de Peter Strickland quando ele criou Berberian Sound Studio, que acompanha a história de um engenheiro de som inglês, que é chamado até um estúdio na Itália para trabalhar na produção de um giallo, um subgênero de horror italiano, popularizado por Dario Argento (Suspiria, Phenomena) e Lucio Fucli (A Casa dos Mortos Vivos).

O filme na verdade é um anti-horror, abre mão de clichês, desconstrói todos os moldes e explora novas formas de fuder com a sua cabeça. Você não vai pular da cadeira, não vai agarrar o braço de ninguém, não vai roer a unha, mas a atmosfera macabra e o roteiro bem construído e super metalinguístico vão te prender e te deixar com cara de “que porra” quando acabar. Berberian Sound Studio foi considerado por alguns críticos e quem sabe por até mesmo euzinho como o melhor filme de 2012.

Aviso: pode ser que você deteste o filme com todas as forças.

Filme – The Blair Witch Project


(IMDb / Trailer)

Found-footage é um estilo que de tanto ser usado já tá perdendo a graça, e que já não é mais ousado nem inovador, mas antes dos 15 Atividade Paranormal existia A Bruxa de Blair que, se não me engano, foi um dos primeiros filmes desse estilo, e com certeza o mais marcante até hoje.

O filme conta a história de três colegas que se metem no meio da floresta pra fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair, mas eis que a lenda é mais real do que eles pensavam, e à medida que os três tentam sair da floresta a situação vai piorando, até o eventual encontro com a bruxa. Mas mais importante que o roteiro é o método de criação do filme: os diretores contrataram três atores especialistas em improvisação e deram pra eles o roteiro, que continha incríveis zero falas, e duas câmeras. O resto do filme basicamente aconteceu, todas as falas foram criadas pelos atores e todas as cenas foram gravadas por eles, enquanto a equipe cuidava basicamente dos efeitos sonoros, já que até a iluminação vinha da lanterna das câmeras.

Como resultado, um filme de horror que te joga pra dentro da situação agoniante dos personagens e te envolve numa atmosfera suja e aterrorizante, sem sequer mostrar o monstro. Pra quem gosta do gênero é uma sessão obrigatória.

9 razões pelas quais o tapete vermelho do Oscar é melhor que a cerimônia.

Oi genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee nossa faz tanto tempo, nem parece que eu me importo com isso aqui, né? Nem parece que toda vez que alguém fala que leu meu blog eu jogo um copo dágua na cara da pessoa e saio correndo pra me esconder e talvez chorar. Então, lembra que eu falei que quarta feira eu ia postar coisas e que eu ia tentar fazer um live do oscar? Pois é acontece que eu não estava estruturado aqui ainda, e não consegui um link decente, mas isso não vai me impedir de falar babaquices sobre coisas que eu não entendo. Pra começar a voltar no ritmo, eu lhes apresento as 9 razões pelas quais o tapete vermelho do Oscar é melhor que a cerimônia.

1. No tapete vermelho você conta com quantos urubus se faz um vestido

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Na cerimônia A Vida de Pi ganha melhor trilha sonora original.

2. No tapete vermelho tem a sua prima adolescente sk8r girl que tá lá obrigada e não vê a hora de ir embora pra casa ouvir Guns N’ Roses.

kk (3)

Na cerimônia A Vida de Pi ganha Melhor Cinematografia.

3. No tapete vermelho as celebridades brincam de ESTÁTUA! rrsrs

kk (7)

Na cerimônia A vida de Pi ganha Melhor Direção.

4. No tapete vermelho tem vestido que eu tenho CERTEZA que faz barulho de talher batendo quando anda.

kk (4)

Na cerimônia A Vida de Pi concorre pra onze oscars, e ganha quatro.

5. No tapete vermelho seus ovários explodem

kk (2)

Na cerimônia Moonrise Kingdom concorre pra uma categoria só.

6. No tapete vermelho A MENINA DE SEIS ANOS TÁ TÃO DOIDONA DA BALA CHITA QUE FAZ UMA BOLSA DE CACHORRO.

kk (8)

Na cerimônia Django Livre nem concorre pra melhor Direção.

7. No tapete vermelho tem cosplay

kk (6)

Na cerimônia A Hora Mais Ridícula Escura concorre pra melhor filme.

8. No tapete vermelho tem ANA MARIA BRAGA!!!!!!!!!!!!!!!! GUD MORNEM PIPOU GUD MORNEM BOI UEIQUE AP GUÉU nossa que lindo ficou o vestido dá uma fome

kk (5)

Na cerimônia JENNIFER LAWRENCE GANHA MELHOR ATRIZ????????? Gente eu sei que eu adorei O Lado Bom da Vida mas nadavê querida

9. No tapete vermelho AAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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por hoje é só, nos vemos em breve.

Com vocês, Quarta Feira.

Boa noite pessoal, gostaria de informar pra todo mundo que o aniversário foi um sucesso, obrigado a todos os envolvidos, a festa foi super legal, Nicole Kidman chorou horrores (também tava bêbada coitada). Mas agora estamos aqui de volta, amém obrigado.

Hoje eu não quero saber de tema por que temas são difíceis, eu estou limitado e eu não sou obrigado. Como se vocês se importassem, sei lá.

Música – The Knife – Full of Fire

Já falei dessa música demais, e já tá chato? Eu com certeza não me importo. E se você não ouviu a nova música do The Knife você com certeza não merece meu respeito nem meu tempo nem nada na vida. É maravilhosa, é de outro mundo, é incrível, é tipo uma bruxa horrorcore dando a luz ao demônio numa rave. O novo álbum deles tá previsto pra abril e vai ter uma hora e quarenta minutos de música. Com licença enquanto eu tenho um orgasmo.

Clipe – Dan Deacon – True Trush

Como o vídeo mesmo explica, Dan e Ben filmaram uma cena. Depois mostraram essa cena pra outra dupla, que teve uma hora e uma tomada pra recriar a cena como eles se lembravam. O vídeo dessa segunda dula foi mostrado pra terceira e assim vai. Eu gostei.

Fotografia – Sarah Illenberger


Sarah Illenberger é uma designer alemã, na maioria dos trabalho ela cria objetos pra fotografar, geralmente brincando com alimentos, nunca faz muito sentido e sempre é numa paleta de cores bem feliz e tal. Ela também tem um tumblr que é bem legal.

Web Série – Bravest Warriors

Bravest Warriors é uma série animada criada por Pendleton Ward, o mesmo de Adventure Time, também conhecida como um dos poucos desenhos animados atuais que se salvam. É o equivalente ao que o Futurama é de Os Simpsons, e é um tiquinho mais adulto.

Filme –  Silver Linings Playbook


(IMDb / Trailer)

AI MEU DEUS ESSE FILME É TÃO BOM. Vá já assistir e leve seus amigos e família e pares românticos por que este filme é ótimo? Sim, é. Eu vou parar de babar ovo por que daí vocês vão vir falar depois que não foi tão bom e perderam tempo (alô alô Martha Marcy May Marlene quantas reclamações).

Silver Linings Playbook, ou O Lado Bom da Vida conta a história de um homem e uma mulher, ele acabou de sair da clínica, diagnosticado com transtorno bipolar, ela perdeu o marido e o emprego. Daí eles se encontram e as coisas acontecem e não vou falar mais nada. Mas sério, é um ótimo filme, tá concorrendo ao oscar e atualmente é meu favorito da seleção. É um daqueles estilo The Descendants ou The Kids are All Right, que trata de  um tema e uma situação pesada de forma bem leve e amena, sem ser clichê nem brega.  E tem também a Jennifer Lawrence que é LINDA ME AME MULHER.

Boatos dizem que escrevi esse correndo e nem corrigi. Estão corretos. Nos vemos o mais cedo possível por que ainda tenho coisas ao montes pra arrumar.

Com vocês, Quarta Feira.

Eu tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que a cirurgia foi um sucesso, a má é que eu sou solteiro e frustrado.

Bom dia pessoal, vamos nós à nossa terceira quarta feira do ano, segunda do blog e primeira feita direito. Ó meu filho, chegou a hora de termos uma conversa sobre sexo, eu comprei pra você essa enciclopédia ilustrada em três volumes que vem com um VHS, vai pro seu quarto estudar e só volta quando decorar todas as secções da vagina.

Livro – Paying For It

Paying for it (Pagando por sexo no Brasil), é um quadrinho do artista canadense Chester Brown, e conta a história auto biográfica de quando sua namorada começou a namorar outro cara e levou esse cara pra morar na casa deles. Depois disso ele desiste de vez de namoro e amor convencional e começa a pagar por sexo (pelo método convencional que todo mundo conhece, prostitutas). De acordo com ele amor é pra seres humanos vazios e nossa única necessidade é o sexo. Tá bom então. Não consegui ler ele inteiro ainda, mas o quadrinho é bem criticado e foi eleito um dos 1001 quadrinho pra se ler antes de morrer. Sem links aqui mas se você procurar por “paying for it 2011” no torretz.eu tem um arquivo em cbz.

Ah, e também tá à venda pra ser comprado com dinheiro.

Clipe – Sebastien Tellier – Look

Aqueles que já conhecem Sebastien Tellier estão provavelmente pensando “AH MEU FILHO ISSO NÃO É SEXO PLMDDS KD COCHON VILLE” pra os quais eu digo: estou abordando o assunto de forma sutil (e por motivos de preto e branco). Fica a deixa também pra chegar o portifólio da dupla Mrzyk & Moriceau, que dirigiu o vídeo e tem umas ilustrações do tema geniais, e o vídeo de Cochon Ville, outra música do Sebastien Tellier (mas esteja alertado que ele dispara uma arara do pinto e isso não é nem de longe a coisa mais estranha do vídeo).

Fotografia – Allan Teger’s Bodyscapes

Não tem muito que eu queira falar sobre as fotografias do Allan Teger, além de que ele usa o corpo nu feminino como elemento pras suas paisagens criadas e que ele é um pouco otário. Digo isso por que o site dele é todo mal feito e não tem nenhuma foto dos trabalhos dele em qualidade decente, só pra comprar, então se quiserem conhecer um pouco mais (e o pior é que vale à pena por que são realmente muito bons) você pode jogar no google ou dar uma olhada nesse link desse blog que reuniu as melhores.

Vídeo – Hysterical Literature

Hysterical Literature é um projeto independente e ambicioso do fotógrafo Clayton Cubitt. Alguns dizem que é melhor não saber o que está acontecendo no vídeo antes de ver, mas eu vou deixar que vocês decidam. No blog da atriz Stoya, que protagoniza esse primeiro vídeo tem um post explicando tudo, então você pode ler lá. Mas de modo geral funciona de uma maneira muito simples: -SPOILErs- uma atriz se senta numa cadeira, por cima da mesa ela lê um trecho de um livro erótico, por baixo da mesa uma pessoa em posse de um vibrador a masturba até atingir orgasmo. O resultado é uma coisa linda de se ver 10/10 não consegui parar de assistir.

Filme – De Olhos Bem Fechados


(Trailer / Imdb)

De olhos bem fechados, último filme do diretor Stanley Kubrick, foi indicado ao globo de ouro e é protagonizado por Tom Cruise e Nicole Kidman, e se isso não é motivo suficiente pra você assistir o flme saia já da minha casa. A temática principal é sexo, sob os olhos de duas pessoas casada e com uma filha, mas como tudo que se espera do Kubrick é repleto de simbologia e pontas soltas que só ajudam a tornar o filme mais interessante. Vai assistir, tenho preguiça de ficar enchendo linguiça pra convencer vocês a ver as porcarias que eu coloco aqui, suas puta.

Sugestões, críticas ou adendos fique à vontade pra falar. “ACHEI LEVE QUERIA PEITINHO BUNDINHA E SURRA DE PIROCA” tá meu filho joga “pornografia de grátis” no google que você descobre um mundo de possibilidades, por que isso é o que tem pra hoje bjos nas zonas erógenas fui

Com vocês, Quarta Feira.

Pois então, pessoal. Estou eu aqui de volta, já com internet e tudo lindamente arrumado, chega a hora de botar a mão na massa, mais uma vez.

O tema dessa semana -PAUSA oi, ainda estamos trabalhando com tema? – Sempre que possível, risos. Enfim, eu tinha pensado em juntar uma coisas futuristas, mas eu vi um filme (o do fim do post) e fiquei muito loco doidão animado inspirado e decidi deixar o futuro pra semana que vem (????).

Ilustração – Rebecca Mock

Hoje eu decidi usar como tema”coisas que nos deixam com aquele sentimento de ‘eita meu que é que está contecendo aqui'”. Pra começar, a arte de Rebecca Mock. Conheci recentemente mas mesmo assim, curti muito, principalmente o uso de cores..

Micah Buzan – Heal the weak

Já esse eu conheço há muito tempo atrás mas nunca me canso de rever, e toda vez eu fico bobo.. A música e a animação foram feitas pelo mesmo cara, e eu acho as duas fantásticas. Tudo no lápis e canetinha.

Design – João Ruas

http://feral-kid.com/

Artista brasileiro foda. E não é nem pela perfeição e pelo realismo dos trabalhos dele, é pela criação em cada obra. Lindo e genial e perturbador.

Vídeo – Murder

PRESTEM ATENÇÃO NESSE VÍDEO sério eu não prestei da primeira vez e fiquei perdido risos assisti 79 vezes e não sei se entendi. Mas se eu entendi eu acho que eu gostei.

Filme – Martha Marcy May Marlene


(IMDB)

“Você já teve aquela sensação em que você não sabe se uma coisa é um lembrança ou um sonho?”

Martha Marcy May Marlene, ou a razão pela qual eu mudei esse post e atrasei um dia. Talvez você tenha reparado que eu não coloquei o link do trailer.. Isso é por que você NÃO VAI assistir o trailer. Confie em mim, uma vez na vida. Se você sentiu vontade de assistir o filme pelo cartaz, pelo nome, não procure mais nada, apenas vá assistir o filme. Abandone todas as suas expectativas e pré-avaliações, assista com a cabeça limpa e pronto. Eu não posso falar muita coisa pra não estragar tudo, e isso por que corro o risco de já estar estragando, mas vale à pena.

E desculpem o atraso, quando eu comecei era quarta feira.

Com vocês, Quarta Feira.

Gostaria de começar esse post com uma denúncia de MENTIRAS: Na verdade eu não estou aqui, esse post foi feito na segunda feira 6 e eu agendei ele pra ser publicado agora, a essa hora eu provavelmente estou com meu computador empacotado por motivos de estou me mudando. UOU. Pra evitar problemas já agendei esse post e o da quarta que vem, até porque não sei quando eu vou resolver questões de internet em minha nova casa. Ficamos no aguardo.

Ilustração – Gaston Viñas

Gaston Vinas

Conheci o Gaston Viñas por uma série de clipes não oficiais que ele fez pra umas música do Radiohead, tá que ele me pegou pelo meu ponto fraco, mas são incríveis.. Um dos poucos artistas que eu tive a paciência de conferir o site inteirinho e, apesar de algumas sacadas meio manjadas e óbvias, valeu muito à pena.

Vídeo – Laundry Day

Não tenho muito que falar sobre esse vídeo.. Adorei o estilo meio inacabado, os traços são ótimos, mas a história é a coisa mais genial de todas.. Simples e ótima.

Ilustração – Kyle Fewell

kyle fewell

Eu não sei qual é a desse cara, o que é que ele faz na minha cabeça, mas é um dos poucos do grupinho de artistas que são fodas e eu não quero esfaquear. É sério, sempre tem aquela pessoa que é perfeita, melhor que você em tudo (e às vezes muito mais nova que você) que dá vontade de matar; mas esse cara não. Sei não, mas a arte dele me acalma muito, as cores, os traços.. é tudo tão suave, tão verão.

Vídeo – Flatten

Lindo, lindamente executado, porém como em todos os vídeos envolvendo comida sendo assassinada, dá uma tristezinha..

Filme – Beginners / Toda Forma de Amor

Beginners / Toda Forma de Amor
(Trailer / IMDB)

Falando em tristezinha.. Após assistir mais ou menos umas 7 vezes eu posso dizer com certeza que esse é um dos meus filmes preferidos (pra poder contrapor a sugestão super-segura da semana passada). Eu não costumo falar que esse é um dos meus filmes preferidos por aí pra não me acharem brega, igual 500 days of summer, mas assim como 500days esse filme me conquista por ser incrivelmente divertido, bonito, leve e nem um pouco brega, mesmo tratando de um assunto super batido.

Eu não posso contar nada da história pra não estragar nada, mas reforço que o filme é ótimo, principalmente a forma com que o roteiro e os personagens são tratados; em nenhum momento as coisas são entregues, de modo que as opiniões que ficam no final são de responsabilidade sua. O que eu tô tentando dizer (e falhando miseravelmente) é que esse é um filme muito sincero, despretensioso, as cenas não são trabalhadas pra te fazer torcer pra um personagem ou pro outro, nem pra te deixar feliz, apreensivo.. O pôster do já diz, This is what love feels like, e de fato; ao final do filme é como se tivessem te injetado uma ‘dose de amor’, por mais brega que pareça, daí pra frente é com você.

Com vocês, Quarta Feira.

Pois então, meus queridos, estou de volta. Eu sinto muito não ter atualizado o blog, tive que deixar ele pro Eduardo cuidar sozinho nessa coisa de resolver problemas da vida. Que lição podemos tirar disso, crianças? Vida é uma coisa que não presta, não tenham  e se alguém oferecer não aceitem.

Mas estamos aqui pra mais um novo recomeço. Minha vida ainda não está cem por cento resolvida, então as atualizações ainda não vão acontecer como eu gostaria, mas nessa vida o que é que acontece?

Música – My Brightest Diamond – Lucky

Pois então, nesse meio tempo eu passei muitas horas viajando e uma música que eu ouvi demais da conta (tipo sem parar), foi esse cover maravilhoso de uma música do Radiohead. É inspirador e medonho, mas é muito bonito, me parece o tipo de música que tocaria num trailer de um filme futurista distópico.. fica a dica produtores.

Site – Casa Chaucha

O site Casa Chaucha é mais um desses que mostra fotos de casas e cômodos perfeitamente construídos e decorados, com aqueles móveis que você nunca vai achar pra comprar nunca. Mas quem é que não gosta de ficar olhando essas lindas fotos de lindas coisas que nunca terá / será? Isso é tipo a gasolina do tumblr, meu povo.

Fotografia – Mark Mawson

De toda essa história das olimpíadas, as poucas competições que eu estou acompanhando são as aquáticas. Um dia desses, enquando assistia aos saltos ornamentais, me peguei pensando: Essas roupas não são apertadas demais para serem confortáveis? Qual o sentido em usar uma roupa que mais mostra do que esconde? Seriam elas permitidas em igrejas? E essa câmera que entra dentro da água?

De todas essas perguntas, a última me pareceu a única que poderia ter a resposta na internet. Acontece que nem isso eu encontrei, mas enquanto eu procurava eu acabei achando um batalhão de fotógrafos que tiram fotos debaixo d’água. De todos que vi Mark Mawson foi meu preferido, principalmente pelas fotos de tinta neon na água. O tema é clichê, a execução é ótima.

WTF? – Justin Bieber 800% Slower

POR QUE MESMO, INTERNET? Eu juro que já vi muita coisa medonha nessa internet mas acho que isso superou tudo. Até aquele que envolvia anões. Se bem que não, não sei.. aquilo foi bizarro pra caramba. De qualquer forma, uma música do Justin Bieber 8x mais lenta, reviravolta na trama: é bom. Eu estou tão confuso que nem sei o que pensar da vida mais, na boa.

E começando hoje, uma sugestão do amigo Rodrigo, que falou que eu devia começar a dar sugestões de filmes no blog. Ok então, vamos ignorar o fato de que eu não sou uma boa pessoa pra indicar filmes, nem pra avaliar, nem pra assistir.

“Mas me diga, João Gabriel, você é bom pra alguma coisa?” lol acho que não ¯\_(ツ)_/¯

Filme – On The Road


(Trailer / IMDB)

Devo confessar que não foi o meu filme favorito do ano,não foi nem meu filme favorito do dia considerando que eu vi Prometheus logo depois mas se eu tivesse que indicar um, considerando o cenário atual, seria esse. O filme é muito bonito, a temática é muito boa e as atuações são ótimas, palmas pra Amy Adams que faz os melhores cinco minutos do filme. O maior problema pra mim é o meio em que o roteiro se desenvolve, parece um Skins de 60 anos atrás, não curto muito, sei lá. Mas vale à pena.

Uau esse foi um ótimo começo, bem confiante não? Nesse ritmo vai.

Com vocês, Quarta Feira.

Pois então, mi amigos. Chegou aquele dia de novo. Aquele dia em que eu coloco as coisinhas aqui e vocês veem e ouvem. MAS HOJE NÃO SERÁ DIFERENTE.

Mentira, será sim. Já faz um tempo que eu não coloco nada sobre filmes aqui então os links de hoje são só trailers. “Só trailers?” SÓ TRAILERS! “Mas eu não gosto de trailers” olha pfavor volta semana que vem então.

Ruby Sparks

Comediazinha indie de amor hétero entre pessoas brancas e bonitas.. ~~estamos no aguardo pois já cansei de rever 500 dias com ela (não cansei)~~

Black Sunrise

Eu não sei do que o filme fala, e pode ser uma porcaria pretensiosa. Mas o mundo precisa de mais animações assim.

Beasts of The Southern Wild

Meio filme infantil, meio filme adulto, um pouco de “Onde vivem os monstros” EEEE tem uma menininha fofa.

God Bless America

Ok então, esse daí fvai provavelmente ser o filme que eu vou gostar, um pessoal vai gostar mais do que deveria e outro pessoal vai ficar de mimimi porque eles estão matando as pessoas. Estou no aguardo.

Sexta-feira, 13

Hoje você acorda e pensa: mais um dia, não? Não mesmo, é a resposta. Hoje pode ser um dia qualquer, ou não.

Hoje o dia é muito ligado ao mal, com muitas histórias, lendas e supertições. Talvez nem mais notamos tudo isso e deixamos passar desapercebido. Ou talvez é uma oportunidade de ter uma tradição/cultura para aproveitar essa data.

Ok, agora você vai me chamar de Filho de Sodoma, Aquele que traz o mal pelos blogs, você vai denunciar esse blog como impróprio para crianças e beatas… mas antes disso olha só:

Nem toda visão do mal é ruim, e não necessariamente precisa estar ligada a demônios e outras coisas assim. Talvez o mal está dentro de nós. Paixões, impulsividades e ignorâncias podem ser muito pior que qualquer lobisomem correndo atrás de senhoritas indefesas.

Separei um poema do Edgar Allan Poe (*—*), uma música do Pink Floyd e um filme para você aproveitar um pouco esse dia. (clique na imagens para abrir)

Poema O Corvo, de Edgar Allan Poe

Poema O Corvo, de Edgar Allan Poe

Pink Floyd - Is There Anybody Out There?

Pink Floyd - Is There Anybody Out There?

A minha tradição nas sextas-feiras 13 é assistir a um filme de terror. E esse aqui é o de hoje, não sei se é bom, pelas críticas parace que é. É uma história de apocalipse zumbi (ok, nunca gostei muito de zumbis, mas pensei em dar uma chance dessa vez). Vejamos…

28 Days Later...

28 Days Later...

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