Mixtape – A morte de tudo o que você já foi

capa
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contracapa

“Com a morte de cada homem termina um universo cultural específico, mais ou menos rico mas sempre original e irrepetível. O que o homem deixa quando morre – os seus escritos, os objectos culturais que criou, a memória da sua palavra, dos seus gestos ou do seu sorriso naqueles que com ele viveram, os filhos que gerou – tudo exprime uma realidade que está para além do corpo físico, de um certo corpo físico que esse homem usou para viver o seu limitado tempo pessoal de ser homem.”

Um planta nascendo é processo tanto de vida quanto de morte; uma “criação destrutiva”, em que semente é destruída à medida que a planta cresce.

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[mixtape] Big Love

big-love

Acho que esse é um daqueles momentos singulares em que eu estou apaixonado. Porém, apaixonado de uma forma que nunca talvez estive antes.

Uma consideração que faço é que quando escutar pela primeira vez essa mixtape, pare e se entregue somente a ela. Não faça mais nada enquanto você a escuta. Esteja no seu canto no escuro. Só você e ela.

Outra consideração é que essa é a primara capa desenhada que faço. Foi super divertido fazê-la. Na verdade comecei sem nem ideia de que isso podia virar uma mixtape, só queria escrever/desenhar nomes de músicas que expressam meus atuais sentimentos. Só que depois de uma brilhante pergunta se essa seria a capa da nova mixtape, acabou virando.

Mixtape #1 e #2

OPA! Tô de volta mais feliz e consequentemente menos depressivo do que no post anterior pois a janta saiu mais cedo e eu  ♥ comida.

Agora de volta ao tema e ao uso correto de pontuação:

Você não percebeu (clique para baixar)

Fiz essa ainda em 2011 e foi a primeira de todas. Hoje eu tenho certeza que faria diferente, inclusive dei uma repaginada na capa pra postar aqui. Não tenho certeza do porquê do nome, mas provavelmente foi uma coisa aleatória escolhida na pressa e tenha em mente que eu sou ótimo pra criar nomes.

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