Mixtape – A morte de tudo o que você já foi

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“Com a morte de cada homem termina um universo cultural específico, mais ou menos rico mas sempre original e irrepetível. O que o homem deixa quando morre – os seus escritos, os objectos culturais que criou, a memória da sua palavra, dos seus gestos ou do seu sorriso naqueles que com ele viveram, os filhos que gerou – tudo exprime uma realidade que está para além do corpo físico, de um certo corpo físico que esse homem usou para viver o seu limitado tempo pessoal de ser homem.”

Um planta nascendo é processo tanto de vida quanto de morte; uma “criação destrutiva”, em que semente é destruída à medida que a planta cresce.

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